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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A Alegria do Senhor // Die Freude des Herrn

Hoje cedo amanheci outra vez muito preocupada, com um desespero tão grande que só deu vontade de chorar. Mas como eu tento fazer todo dia fiquei de joelho com a minha bíblia e implorei ao Senhor, para que ele me consolasse e me orientasse nesta escuridão, neste medo que não me deixa mais.
 E a resposta não demorou nem um pouquinho – como um raio que ilumina a escuridão eu lembrei da passagem que começa em Atos 16:23 na qual Paulo e Silas são presos e maltratados na cadeia. Eles estão em uma situação que aparentemente não tem saída, as forças deles não adiantam nada – o carcereiro até prendeu os pés deles no tronco. E nesta escuridão, nesta impotência eles se desesperam? Eles choram e perdem a esperança? Todos nos provavelmente reagiríamos mais ou menos assim, com pânico, com medo e desespero. 
Mas eles não! Eles levantaram as vozes ao Senhor e cantaram hinos de louvor porque eles sabiam do amor dele, eles estavam seguros que ele os acudiria e nunca duvidaram. E Deus os recompensou por esta confiança milagrosamente na mesma hora – um terremoto seguiu as suas orações que abriu todas as portas e janelas e liberou todos os presos das suas mordaças. Deus os liberou como eles tinham uma fé total no poder e no amor dele. 
Assim eu entendi que temos que louvar o nosso Deus sempre, que a alegria que vem dele é uma alegria fora deste mundo, independente daquilo que está nos fazendo de refém nas nossas vidas diárias. Então a alegria do nosso Senhor será a nossa força e a nossa fé e confiança Nele nos libertará!
Hoje vou mostrar para vocês dois trabalhos da linha dos bolinhos da Brooke Nolan que vocês já viram antes no meu blog – eu amei fazer estes bolinhos, são muito gostosos de fazer e ficam lindíssimos em qualquer aplicação seja como quadrinho para decorar a sua cozinha, como uma capa de um livro de receitas ou talves para enfeitar uma bolsa ou um saquinho de presente.
Aqui está o bolo de Julho que está em azul, vermelho e branco em homenagem ao dia da independência dos Estados Unidos e ficou a coisa mais linda eu fiquei apaixonada com esta beleza.
E o bolo de Agosto, eu achei que as cores ficaram um pouco apagadas, mas acho que com as cores certas esse bolinho seria nem um pouco menos apaixonante do que o outro. Então amig@s, preciso ir cuidar de algumas coisinhas, desejo a vocês um belíssimo resto da tarde!



Heute früh bin ich schon wieder total besorgt und so verzweifelt aufgewacht, dass ich am liebsten geheult hätte. Aber, wie ich versuche es jeden Tag zu tun, habe ich mich mit meiner Bibel hingekniet und habe Gott angefleht mich zu trösten und mir in dieser Dunkelheit, in dieser Zeit der Angst den richtigen Weg zu weisen. Und die Antwort ließ wirklich nicht lange auf sich warten – wie ein Blitz, der die Dunkelheit erhellt, erinnerte ich mit einem Mal an eine Passage in der Apostelgeschichte(16:23) in der Paulus und Silas gefangen genommen, misshandelt und ins Gefängnis geworfen werden. Sie befinden sich in einer Situation, die offensichtlich keinen Ausweg hat, ihre eigene Kraft hilft ihnen nicht ein bisschen – der Gefängniswärter schloss ihre Füße sogar in den Stock. Und verzweifeln sie in dieser Dunkelheit, in dieser Situation totaler Machtlosigkeit? Weinen sie oder verlieren sie die Hoffnung? 
Wir alle würden wahrscheinlich so, oder so ähnlich reagieren, mit Panik, Angst und Verzweilung. Aber sie taten genau das Gegenteil! Sie erhoben Ihre Stimmen zum Herrn und Sagen ihm Loblieder, weil sie sich Seiner Liebe sicher waren, sie waren sich sicher, dass der Herr sie erretten würde und zweifelt nicht an ihm. Und Gott belohnte dieses Vertrauen prompt auf wunderbarste Weise – auf ihre Gebete hin begann ein Erdbeben, dass alle Türen und Fenster öffnete und alle Gefangenen von ihren Fesseln befreite. Gott befreite sie, weil sie volles Vertrauen in Gottes Macht und Liebe hatten. 

So habe ich verstanden, das wir unseren Gott immer loben müssen, dass die Freude, die von Ihm kommt, eine Freude ist, die nichts mit dieser Welt zu tun hat, die von den Dingen in unserem täglichen Leben, die uns gefangen halten, unabhängig ist. Die Freude des Herrn wird unsere Stärke sein und unserer Glaube und unser vertrauen in Ihn werden uns befreien!   
Heute zeige ich euch zwei Arbeiten aus der Kollektion der Geburtstagskuchen von Brooke Nolan, die ihr schon von meinem Blog kennt – mir hat es unglaublich Spaß gemacht diese Kuchen zu sticken, weil sie nicht besonders kompliziert sind und zu allem toll aussehen. Sei es als gerahmtes Bildchen für die Küchenwand, als Umschlag für ein Backbuch oder vielleicht als Verzierung eines Beutels.Hier ist der Kuchen für Juli in Blau, rot und weiß in Anlehnung an den Unabhängigkeitstag in den Vereinigten Staaten, der meiner Meinung nach einfach ein Traum geworden ist. Und der August Kuchen, ich finde dass die Farben ein bisschen schwach geworden sind. Aber mit dem richtigen Farben würde auch dieser Kuchen dem anderen in Eleganz keineswegs nachstehen. Also ihr Lieben, ich muss los, mich um ein paar Sachen kümmern, ich wünsche euch noch einen wunderschönen Abend!

sábado, 19 de abril de 2014

Ser Cristão em Berlim / Christ sein in Berlin


Bom dia caros amig@s,
Hoje aqui está um calor extremo e eu já estou sonhando com tomar um banho em um dos rios aqui perto ou então na represa na chácara do meu cunhado. O dia perfeito para ficar igual a jacaré o corpo todo debaixo d'água e só os olhos de fora. :) O que vocês estão fazendo nesta semana santa? Eu fiquei refletindo sobre a grande diferença da percepção e da celebração da páscoa aqui no Brasil e lá na Alemanha. Principalmente na minha cidade natal, a capital Berlim, as crenças são diversas e a religião faz parte da vida de poucos que resistem à tendência geral de fazer do vão o seu novo Deus. Muitos nem sabem o que significa a Páscoa - a associam somente com mundos de chocolate e coelhos que carregam ovos coloridos por pastos verdes. Ser cristão em Berlim é visto pelos outros como ser antiquado, dogmático, com uma mente pequena e cheio de preconceitos. Não são bem aceitas as declarações de fé - nos, principalmente os cristãos jovens, temos que andar camuflados para não sermos julgados como loucos. Em Berlim, uma cidade adolescente e veloz, que arde em valores mais do que amorfos e na vontade de aproveitar o dia sem preocupações e sem pensar no amanhã, o cristianismo é visto como empecilho no desenvolvimento de uma personalidade acima de quaisquer valores.



A moda é ser independente, cuidar só de si no próprio AP namorando a reflexão no espelho ignorando o choro que vem do quarto bem do lado ao seu. E este Jesus - esse sofrimento todo, este altruísmo, esta culpa - isto não combina com os jovens que querem curtir e ficar à vontade sem compromissos. "Eu? Abrir mão de algo que eu quero em prol de uma outra pessoa, talvez até alguém que eu nem conheço direito? Pra quê? O que está nisso PRA MIM?" Eles não veem o sentido ou não querem ver porque isso significaria sair do comodo e ir para o incomodo. Admitir que nem tudo na vida está sob controle e nas mãos deles, que temos sim uma responsabilidade social com aqueles que tem menos do que nos, que nem todos os valores são tão flexíveis como eles imaginam. "E sobre tudo um Deus, um cara que vê, que sabe...que horripilante! Agora somos marionetas? Big Brother na minha casa... melhor nem pensar.

E Jesus? Morreu, pra mim? E esse negócio da cruz - mórbido demais!" Eles não querem responsabilidade de modo algum, melhor deixar de lado - coelhos são muito mais fáceis para lidar, ainda são fofos e não querem nada da gente. Pra que melhor?






Guten Morgen liebe Freunde,
Heute ist es hier superheiß und ich träume schon davon in einem  der nahen Flüsse, oder im Stausee auf der Fram meines Schwagers schwimmen zu gehen. Einfach der perfekte Tag, um wie ein Krokodil mit dem ganzen Körper unter Wasser zu bleiben und nur die Augen über der Wasserlinie zu halten. J Was macht ihr so in dieser Osterwoche? Ich habe viel über die Unterschiede in der Wahrnehmung und der Art Ostern zu feiern in Brasilien und Deutschland nachgedcht. Besonders in meiner Geburtsstadt Berlin sind die Glaubensrichtungen divers und der Glaube ist ein Teil der Leben der wenigen, die der allgemeinen Tendenz, die Leere zum neuen Gott zu machen, widerstehen. Viele wissen nicht einmal, was Ostern bedeutet und verbinden es ausschließlich mit einer Welt voll Schokolade und freundlichen Hasen, die bunt bemalte Eier vor sich her tragen. Wer in Berlin Christ ist, wird von außen als veraltet, dogmatisch, engstirnig und voller Vorurteile angesehen. Glaubensbekenntnisse sind nicht gern gesehen – wir, im besonderen die jungen Christen, müssen uns klein machen, wenn wir nicht als Verrückte abgestempelt werden wollen. In Berlin, einer pubertären, rasenden Stadt, die in mehr als formolsen Werten und dem Wunsch nach Vergnügen ohne Rücksicht auf Verluste brennt, ist das Christentum nur ein Hindernis auf dem Weg zu einer selbstständigen Persönlichkeit, die über jeglichen Werten steht. 
Es ist modisch sich um sich selbst, in der eigenen Wohnung zu drehen, verliebt in das eigene Spiegelbild und taub für das leise Weinen, das aus der Wohnung direkt nebenan kommt. Und dieser Jesus – dieses ganze Leiden, diese Selbstlosigkeit, dieser Schuld – das passt einfach nicht zur Jugend, die am liebsten eine Party an die andere reihen möchte. „Ich? Etwas für jemanden aufgeben, den ich vielleicht noch nicht mal richtig kenne? Wozu? Was bringt MIR das?“ Sie sehen keinen Sinn darin, oder vielleicht wollen sie ihn auch einfach nicht sehen. Immerhin würde das bedeuten aus der eigenen Komfortzone heraus ins unbequeme zu gehen. Zugeben, dass das Leben vielleicht doch nicht ganz in ihrer Hand liegt, dass wir sehr wohl soziale Verantwortung für diejenigen tragen, die weniger haben als wir, dass doch nicht alle Werte so formbar sind, wie sie es gerne hätten. „Und über allem ein Gott, ein Typ, der die Dinge sieht, der Dinge über mich weiß....wie gruselig! Jetzt sind wir Marionetten? Big Brother bei mir zu Hause...lieber gar nicht erst dran denken. Und Jesus? Für mich ist er gestorben, ja? Und die Sache mit dem Kreuz, das ist doch wohl zu morbide, oder?“ Sie wollen keine Verantwortung für nichts, lieber einfach nicht dran denken – Häschen sind da einfacher zu handhaben und dazu sind sie noch niedlich und wollen nichts von einem.  Besser kann es doch gar nicht werden!